Pandemia aumentou os gastos de 42% dos brasileiros

set 01, 2020

Segundo pesquisa publicada pela CDL Goiânia, gastos com supermercados e aumento dos preços dos produtos e serviços foram os principais motivos citados pelos entrevistados.

Os novos hábitos e costumes ocasionados pela pandemia da Covid-19 mudaram a rotina de grande parte da população. Para a maioria dos brasileiros, a pandemia impactou negativamente o orçamento familiar. É o que mostra pesquisa divulgada pela CDL Goiânia (realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas -CNDL- em parceria com a Offer Wise). No estudo, 42% dos brasileiros afirmam que a pandemia aumentou o seu nível de gastos.

De acordo com os entrevistados, os principais motivos para o aumento das despesas são os gastos com supermercado (68%), o aumento de preços de produtos e serviços (49%) e o aumento nos gastos com contas básicas, já que 47% deles têm passado mais tempo em casa.

Em comparação ao período anterior ao coronavírus, o valor despendido com supermercado (55%) e alimentação delivery (39%) aumentou para a maioria dos entrevistados. Por outro lado, a maioria diminuiu as despesas com vestuário (63%), serviços de beleza (53%), artigos para atividade física (48%) e eletrodomésticos (45%). Desembolso com medicamentos (48%) e jogos e itens para lazer (39%) não se alteraram para a maioria.

Entre os que tiveram redução dos gastos totais no período, 46% tiveram diminuição da renda, 41% estão inseguros com relação a quanto tempo a pandemia vai durar, e 32% tiveram menos despesas com lazer.

Compras online aumentaram na pandemia

A pandemia também trouxe algumas mudanças nos canais de compra utilizados pelos consumidores. Nesse sentido, ainda que a maior parte dos entrevistados afirme ter feito a maioria de suas compras durante os meses de abril, maio e junho de forma offline (82%), principalmente nos supermercados (67%), uma parte relevante (47%) comprou por meio de canais online, principalmente em sites e lojas virtuais (32%). A pesquisa também mostra o fortalecimento das redes sociais como canais de compra, seja o Whatsapp (11%), Facebook (5%) ou Instagram (5%).

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