ARTIGO
DINHEIRO: AMIGO OU PATRÃO?
“Nos tempos de consumismo, débito em conta, compra pela internet, o dinheiro pode representar um amigo, um companheiro para as horas difíceis; ou um amo: patrão que escraviza, domina e tira o sossego”
Vive-se hoje sob o estímulo: COMPRE em cartazes, jornais, televisão, novelas etc., alinhando a oportunidade de gastar através de um clique ou resistir a empréstimos que piscam tentadoramente em máquinas eletrônicas.
Há bem pouco tempo recebia-se o salário em numerário e moedas trocadas colocadas em envelopes de pagamento, contava-se o dinheiro, faziam-se contas para comprar produtos, separava o necessário, levava no bolso, tocava o dinheiro com a mão e o repassava ao comerciante. A tecnologia, a pressa e a violência contemporânea substituiu tudo isso.
Para a grande maioria das pessoas, esta alteração facilitou sobrar mês no final do salário que é complementado por empréstimos em cascatas, juros, multas nomes nos órgãos de proteção ao crédito e outros dissabores.
O resultado é sempre a sensação de estar ganhando pouco, recebendo menos ainda, pois no pagamento vêm deduzidas parcelas de empréstimos sobre empréstimos que não acabam mais.
Para auxiliar estas pessoas é que a Escola do Varejo apresenta o curso ORÇAMENTO FAMILIAR, onde se aprende a trocar a obesidade dos empréstimos pela musculatura do gasto planejado do salário.
No ORÇAMENTO FAMILIAR aprende-se a organizar documentos, anotar gastos, fazer o salário sobrar no fim do mês, conquistar uma poupança e comprar os sonhos a vista ao menor custo.
As empresas que favorecem aos seus colaboradores a fazer o curso de ORÇAMENTO FAMILIAR conquistam lucros para todos:
Para o empresário: Pagar mais sem aumentar custos. Para o gerente motivar a equipe sem alterar o planejamento da sua área. Para os funcionários a possibilidade de conquistar mais bens com a economia dos juros pagos e os descontos obtidos com as compras a vista.
ORÇAMENTO FAMILIAR pode representar sem alterar custos da empresa um aumento real de salário próximo a 20% (vinte pontos porcentuais).
Deve-se lembrar sempre: DINHEIRO NÃO LEVA DESAFORO PARA CASA.